© intercalado
Whatever Forever
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Um garoto me perguntou como eu me descreveria. Essa pergunta calou fundo, por ser tão simples e notória e eu não saber a resposta. Foi como se meus pensamentos parassem. E eu só pude observar o nó em minha garganta. Não respondi, não teve como. Cheguei em casa e fui direto me olhar no espelho, olhar no fundo dos meus olhos. Havia tudo por traz deles. Dores. Saudades. Medo. Solidão. Alegria. Cicatrizes. Nostalgia. Foi tudo o que pude enxergar. Ainda assim, não sei ao certo. Sou tudo e um nada. As pessoas não se entram na minha vida, isso é muito raro. Talvez eu tenho medo de perdê-las e por isso crio tantas barreiras. Percebi meu lado doce que nunca notei, eu amo facilmente. Mas as pessoas não sabem disso, eu não as deixo saber. Eu não me revelo. Deve ser por isso que aquele garoto fez a pergunta. E quando vê-lo responderei: eu sou uma rosa cheia de espinhos, tenho meu lado doce e meu lado amargo, eu amo esperando ser amada e, essas barreiras são pra que eu não seja machucada.”
Luana Barros. (via contempus)
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Acho que em alguns dias a gente acorda meio louca. Não tem outra explicação. Dá uma saudade de coisas que já passaram, de coisas que nem vivemos direito, do que nem sabemos ao certo. E uma vontade de trocar de nome, de corpo, de cabelo, de profissão, de país, de vida.”
Clarissa Corrêa. (via florecear)
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